quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

17º Ato - O Juramento


Viverei cada dia, um a um sem pressa, na calmaria de te olhar fundo, até enxergar tua alma, desejando cada espaço que sobrar entre teus abraços, até que de carinho não sobre nenhuma fresta.
De tanto se envolver me vi envolto, por um véu de você que me deixa louco, desvairando-me pouco a pouco na doce e complexa dúvida que paira sobre nós. Sobre os beijos dados logo antes dos longos abraços, das gargalhadas marcadas por pensamentos compartilhados, por entender um ao outro, por tudo está marcado.
E na falta da presença carnal, fazer de nós dois um só corpo, uma só dádiva de benção angelical. Porque tão simples como o fim das ondas que sempre quebrarão na praia, é certo o que eu sinto, e te darei as duas faces de minha cara, se quiseres por a prova o valor que eu te dou. Se o martírio me for negado, de ao menos tentar morrer de amor ao teu lado, de nada valería mil palavras ou frases de amor.
Porque por fora sou carne e osso, mas por dentro, sou universo e horizonte de possibilidades infinítas de te fazer feliz.

Pevic. Pedrosa

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