quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

16º Ato - O Sol


E ela se foi sem pressa no seu vestidinho de me inspirar poesias. Levou consigo minhas respostas e me deixou mais dúvidas. E meus olhos se indignaram por não saber a cor dos olhos que o fitaram num jeito singelo, de querer sem demonstrar, de fugir mas querer ficar.
Os olhos cor de prazer, cor de doce mar, cor de me olhar e deixar gravado nas lembranças mais belas, dos olhares mais sinceros e mais misteriosos que eu já pude fitar.
Levou consigo sem perceber, os meus pensamentos e o meu querer, entre seus cabelos que me afogavam com seu cheiro, que me fariam andar o mundo inteiro para novamente poder tocar.
E ao por do sol ao som da praia e das músicas de fundo, tocados quase que para simbolizar, as trilhas sonoras dos filmes de encanto e casos impossíveis, que só o destino poderia juntar. Ela se foi sem pressa, me deixando seu ultimo beijo, um olhar satisfeito, e meu bem mais precioso, que sempre guardei nas esperança de um dia poder presentear...
Ela se foi, mas em outro por do sol, eu sei... lá ela vai estar...

Pevic. Pedrosa

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